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Bibliologia! Aprenda o que é Bibliologia e porquê ela é importante

Bibliologia é o estudo da Bíblia, iremos neste artigo abordar como ela foi escrita, como foi passada de geração em geração. A sua historicidade, sua infalibilidade, as suas grandes divisões, inspiração da Bíblia Sagrada e suas teorias, sua autoridade, sua credibilidade, sua genuinidade, sua canonicidade, como este livro foi preservado e como ele chegou até nós nos dias de hoje, o que são os livros apócrifos, escrita e copistas e as melhores versões e as versões mais antigas. 

Por que entender Bibliologia?

Por-que-entender-Bibliologia Bibliologia

Convidamos e incentivamos você a fazer este estudo de grande valor sobre as Sagradas Escrituras, pois todas as coisas que envolvem a Bíblia Sagrada dos cristãos são de suma importância para o nosso desenvolvimento e crescimento espiritual! Este é o livro mais importante da Terra! Sem nenhuma dúvida.

O que iremos ver neste artigo

  • O que é Bibliologia? Etimologia da palavra
  • Qual o propósito da Bibliologia?
  • Onde está na Bíblia a palavra Bibliologia?
  • Introdução à Bibliologia
  • A tentativa de aniquilar as Escrituras Sagradas
  • A origem da Bíblia
  • As grandes divisões da Bíblia
  • Inspiração das Escrituras
  • Teorias da inspiração
  • Autoridade da Bíblia
  • Credibilidade da Bíblia
  • Infalibilidade da Bíblia
  • Genuinidade da Bíblia
  • A natureza da Bíblia
  • Canonicidade das Escrituras Sagradas
  • Preservação da Bíblia
  • Manuscritos do Mar Morto
  • Os livros apócrifos
  • Os livros apócrifos da Igreja Católica Romana
  • Escribas e Copistas
  • Versões antigas
  • Contextualização do estudo sobre Bibliologia
  • Conclusão sobre Bibliologia
  • Importante!
  • Principais perguntas sobre Bibliologia

O que é Bibliologia? Etimologia da palavra

Bibliologia é o estudo aplicado da Bíblia Sagrada e como ela foi escrita, como se deu a sua inspiração, como foi preservada até os dias de hoje. O termo Bíblia é derivado do grego Biblion, que significa um rolo de papel de pergaminho ou pequeno livro. Biblion é derivada de Biblos que significa a fibra interna da planta papiro, um tipo de planta, da qual os antigos faziam material para escrever. Então Biblos chegou a significar qualquer livro cujas folhas eram feitas dessa fibra.

Aproximadamente no ano 400 d.C., os escritores cristãos gregos começaram a chamar a Bíblia de “Os livros”, o plural indicando uma série de escritos da revelação divina. Mais tarde, no século XIII, o plural foi mudado para o singular, concordando com a concepção de que a Bíblia é uma expressão vocal de Deus.

Qual o propósito da Bibliologia?

Onde está na Bíblia a palavra Bibliologia?

O propósito do estudo de Bibliologia, é que venhamos aprender através de um estudo aplicado e progressivo de como a Palavra de Deus nos foi transmitida e preservada até os dias de hoje, para que assim como gerações do passado foram abençoadas, as gerações futuras também sejam abençoadas pelo poder da Palavra de Deus nas Sagradas Escrituras, na forma da Bíblia.

 

O termo Bibliologia não é encontrado dentro da Bíblia, porque é um termo desenvolvido pelos estudiosos das Sagradas Escrituras.

Introdução a Bibliologia

Bibliologia é o estudo da Bíblia Sagrada ou Sagradas Escrituras, estudamos todos os aspectos naturais e sobrenaturais que envolvem o desenvolvimento e preservação da Bíblia Sagrada.

A Bibliologia estuda a Bíblia sob os seguintes pontos de vista:

  1. Observações gerais sobre sua leitura e estudo.
  2. Sua estrutura, considerando sua divisão, classificação dos livros, capítulos, versículos, particularidades e tema central.
  3. A Bíblia é considerada como o Livro Divino, isto é, como a Palavra escrita de Deus.
  4. O Cânon sagrado: sua formação e transmissão até nós.
  5. A preservação e tradução do texto da Bíblia.
  6. Elementos histórico geral da Bíblia, como o período Interbíblico, e de auxílios externos no estudo da Bíblia: geografia bíblica, usos e costumes antigos orientais, sistemas de medidas, pesos e moedas, cronologia bíblica geral, história das nações antigas contemporâneas, estudos dos personagens e dos livros da Bíblia.

A Bíblia também é conhecida por Escrituras Sagradas, que é um termo usado no Novo Testamento (N.T.) para os livros sagrados do Antigo Testamento (A.T.), que eram considerados inspirados por Deus. (2ª Tm. 3.16; Rm. 3.2). Este termo também é usado no N.T. com referência a outras porções do N.T. (2ª Pe. 3.16). Outra maneira como a Bíblia é conhecida é por Palavra de Deus, este termo é usado em relação ao A.T. e N.T. em sua forma escrita (Mt 15:6; Jo 10:35; Hb 4:12).

O caráter da Bíblia é de um livro singular, puro e santo. Trata de um dos livros mais antigos do mundo e, no entanto, ainda é o best-seller mundial. Tem a sua origem no mundo oriental antigo, contudo moldou, o mundo ocidental. Influenciando diretamente correntes filosóficas, como constituições de países republicano/democrata por todo ocidente.

Assista o vídeo sobre Bibliologia

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A-tentativa-de-aniquilar-as-Escrituras-Sagradas-300x177 Bibliologia

A BÍBLIA É UM LIVRO FANTÁSTICO!

A tentativa de aniquilar as Escrituras Sagradas

Houveram tiranos que tentaram destruí-la, queimaram a Bíblia, mas a Palavra de Deus resistiu ao tempo e a toda intolerância contra ela. É o livro mais traduzido, mais citado, mais publicado e com mais influência em toda a história da humanidade.

Por sua vez os crentes de várias linhas doutrinárias reconhecem a Bíblia por Sagrada Escrituras, sendo para os Cristãos Ortodoxos a Bíblia é a “única regra de Fé e Prática”. Ela é a maneira pela qual aprendemos a expressar nossa fé verdadeira em Jesus de Nazaré como o Cristo, o Messias. Nela aprendemos as doutrinas fundamentais para uma vida dedicada a Deus todo Poderoso e Criador de todas as coisas.

A origem da Bíblia

É um livro basicamente produzido no mundo oriental antigo. Conhecido nos dias de hoje como Oriente Médio. Inúmeros fatores fazem da Bíblia um livro fantástico e maravilhoso. A maneira como ela toda foi composta, em aproximadamente 1500 anos com cerca de 40 autores que escreveram sob orientação do próprio Deus. Outros fatores são:

  • Unidade
  • Preservação
  • Assunto (o mesmo assunto é desenvolvido em todos os livros)
  • Sua influência

O Senhor nosso Deus é o autor principal das Escrituras Sagradas, mas Ele utilizou homens como ferramenta para a compilar o Seu livro que é uma carta de Amor para a humanidade.

O caráter da Bíblia é singular, porque não há outro livro que seja parecido ou se aproxime d’Ela em conteúdo e ensinos para uma vida reta, santa e feliz. Pois não importa qual o livro ou o texto da Bíblia, ele sempre nos ensinará como viver de maneira santa, reta e dedicada a Deus e estes valores inegociáveis são fatores imprescindíveis para uma vida feliz.

As grandes divisões da Bíblia

A Bíblia é composta de duas partes principais: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo Testamento foi escrito por homens que faziam parte da comunidade judaica. Os escritores foram sacerdotes ou profetas na sua maioria, e a comunidade judaica é a responsável por preservar as Escrituras Sagradas até os dias de hoje. O Novo Testamento foi composto pelos discípulos de Jesus Cristo, que eram judeus convertidos ao cristianismo. O Novo Testamento foi escrito ao longo do século I da era cristã, no qual nasceu a Igreja de Cristo.

A palavra utilizada para determinar os dois grandes blocos de escritos foi “TESTAMENTO”, e tem um significado de “aliança”, “pacto” ou “acordo” celebrado entre as duas partes (“aliança”). Portanto, no caso da Bíblia, temos o contrato celebrado entre Deus e seu povo.

Estudiosos cristãos frisaram a unidade existente entre esses dois testamentos da Bíblia sob o aspecto da Pessoa de Jesus Cristo, que é o tema unificador da Bíblia.

Agostinho dizia que o Novo Testamento se acha velado no Antigo Testamento, e o Antigo revelado no Novo. Outros autores disseram o mesmo em outras palavras: “O Novo Testamento está oculto no Antigo Testamento e o Antigo Testamento revelado no Novo”.

Você precisa ler esses artigos

divisões da Bíblia

Antigo-Testamento Bibliologia

Antigo Testamento

Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números e Deuteronômio.

Livros Históricos: Josué, Juízes, e Samuel, e Reis, e Crônicas, Esdras, Neemias e Ester.

Livros Poéticos: , Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares ou Cântico dos Cânticos.

Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel.

Profetas Menores: Oseias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

Novo-Testamento Bibliologia

Novo Testamento

Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João.

Livro Histórico: Atos dos Apóstolos.

Epistolas ou Cartas: Romanos, e Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, e Tessalonicenses, e Timóteo, Tito, Filemom, Hebreus, Tiago, e Pedro, , e João, Judas.

Livro Profético: Apocalipse

Foi o próprio Deus que inspirou cada escritor das Escrituras Sagradas. Ao escrever, cada escritor manifesta o seu próprio estilo literário e suas características pessoais. Os trabalhos de escrita da Bíblia ao todo, levou em torno de mais ou menos 1.500 anos. Todos os autores escreveram inspirados pelo Espírito Santo. Entretanto, há na Bíblia um só plano, que de fato mostra que havia um só autor guiando todos os escritores humanos a escrever de maneira uniforme. Isto garante a unidade tanto da revelação quanto do ensino.

As origens da Palavra de Deus são duas: a humana e a divina, ou, a natural e a sobrenatural. Segundo a origem natural foram necessários ao todo quarenta (40) homens que foram usados pelo Espírito Santo para escrever as Sagradas Escrituras.

A vida e o caráter desses homens devem ser estudados para que possamos compreender mais facilmente o estilo literário e o teor dos seus escritos. As qualificações de cada autor dão variedade de estilo e métrica, e cada um manifesta a sua própria individualidade no seu escrito.

Quanto a origem sobrenatural, embora tenha tido tantos autores humanos, a unidade, a simplicidade e a singularidade da Bíblia indicam que houve uma só mente por de trás de todas de todos os autores humanos, que é a mente de Senhor. “Toda a Escritura é divinamente inspirada” 2Tm 3:16. É como a construção dum grande prédio, em que muitos operários estão empregados. Cada um sabe bem o seu ofício, porém todos dependem do plano do arquiteto.

Os autores humanos fornecem variedades de estilo. O autor divino garante unidade de revelação e do ensino. Os autores humanos se referem à Bíblia em partes. O Divino refere-se à Bíblia como um só livro, ou seja, apesar de ter quarenta autores distintos, mas o inspirador de toda a Bíblia, foi o Deus todo poderoso.

Inspiração-das-Escrituras-300x173 Bibliologia

Teorias da Inspiração

A característica mais importante da Bíblia não é sua estrutura e sim sua forma, o fato é que a Escritura Sagrada foi inspirada por Deus. Não se deve interpretar de modo errôneo a declaração da própria Bíblia a favor dessa inspiração. A Bíblia é singular, ela foi literalmente “soprada por Deus”.

Assim escreveu Paulo a Timóteo: “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça” (2Tm 3:16). Em outras palavras, o texto sagrado é dotado da autoridade divina para o ministério e para a vida do crente. Ou seja, o Senhor em Sua soberania expressou na Sua Palavra tudo que a humanidade deveria e precisaria saber. Pela revelação, Deus falou aos profetas de muitas maneiras (Hb 1:1).

Entendemos que a Bíblia é inspirada no seguinte sentido: homens movidos pelo Espírito, escreveram palavras sopradas por Deus, as quais são a fonte de autoridade para a fé e para a prática cristã.

Os três elementos da inspiração são

1º Elemento da inspiração é a sua causa: Deus, que é a origem. Deus é a Força Primordial que moveu profetas e apóstolos a escrever. A motivação primária por trás dos escritos inspirados é o desejo de Deus de comunicar-se com o ser humano.

2º É a mediação humana: A Palavra de Deus nos veio por meio de homens de Deus. Deus faz uso da pessoa humana como instrumento para transmitir sua mensagem.

3º A mensagem profética escrita foi revestida de autoridade divina. As palavras dos profetas são a Palavra de Deus. Porque aquilo que foi ordenado pelo próprio Deus para que fosse dito pelos profetas, como uma revelação Divina, o Senhor nosso Deus cumpriu exatamente cada Palavra.

Em relação a evidência da autoridade que se auto confirma, podemos afirmar que a Bíblia fala com autoridade própria, cheia de convicção.

A evidência do testemunho do Espírito Santo, intimamente relacionado com a evidência da autoridade das Escrituras, que se demonstra por si mesma, temos o testemunho do Espírito Santo. A Palavra de Deus confirma-se perante os filhos de Deus pelo Espírito de Deus. O testemunho íntimo de Deus no coração do crente, à medida que este vai lendo a Bíblia, é evidência da origem divina da Bíblia. O Espírito Santo não só dá testemunho ao crente de que Jesus é o filho de Deus (Rm 8.16), mas também afirma que a Bíblia é a Palavra de Deus “2Pe 1:20-21”.

A evidência da capacidade transformadora da Bíblia que denomina a sua autoridade está na evidência denominada “interna”, ou seja, é a capacidade que a Bíblia tem de converter o incrédulo e de edificá-lo na fé cristã. Assim diz Hebreus: “A palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes…” (4.12). A palavra de Deus tem o poder transformador.

A evidência de que Deus atribuiu sua autoridade à Bíblia está em seu poder transformador e edificador, transformando vidas que estavam sem esperança.

A evidência do testemunho de Cristo demonstra a autoridade da Bíblia. O testemunho de Jesus Cristo sobre as Escrituras Sagradas é evidência relacionada a história dos documentos bíblicos. Visto que o Novo Testamento é documentado como livro histórico e esses mesmos documentos históricos nos fornecem o ensino de Jesus Cristo a respeito da inspiração da Bíblia, resta-nos apenas presumir a veracidade de Jesus Cristo, para convencer-nos firmemente da autoridade da Bíblia.

Credibilidade da BÍBLIA

Autoridade-da-Bíblia-Homem-segurando-a-Bíblia-300x300 Bibliologiacredibilidade dos escritos bíblico está na sua inspiração divina, isto se dá por meio de todos os escritores bíblicos e os profetas, pois todos escreveram por intermédio ou ajuda de Deus, porque sozinhos nenhum dos escritores poderiam ter feito tal trabalho com tanta excelência. 

Por mais que o escritor tivesse sido instruído em toda ciências do Egito como Moises ou Saulo (Paulo) de Tarso que foi educado aos pés de Gamaliel. Sem a inspiração Divina não poderiam ter feito o trabalho que havia sido proposto a eles, porque esta é a credibilidade que a escritura se reveste.

As Escrituras receberam sua credibilidade do próprio Deus, que falou mediante os profetas, apóstolos e servos. No entanto, são os escritos proféticos, apóstolos e servos, não foram os escritores desses textos sagrados que possuem e retêm o resultado da credibilidade divina, mas sim o texto. Todos os escritores morreram, mas seus escritos prosseguem e estão vivos até os dias de hoje. Em suma, a definição adequada de inspiração precisa ter três fatores fundamentais: Deus, o Causador original, os homens de Deus, que serviram de instrumentos, e a autoridade das Sagradas Escrituras, que compõem a Bíblia o produto final. 

Infalibilidade da BÍBLIA

8-Autoridade-da-Bíblia-300x202 BibliologiaAs Escrituras Sagradas são infalíveis graças a sua inspiração divina. Como a Bíblia foi escrita 100% guiada e dirigida por Deus, portanto sua autoridade, confiabilidade e infalibilidade sobretudo está no fato de ter sido o próprio Espírito Santo que inspirou os escritores da Palavra de Deus. Ou seja, nenhum dos escritores da Bíblia fez de maneira aleatória ou desproposital os seus escritos, mas sim guiados por Deus que é santo, reto, justo e bom o tempo todo.

A Bíblia é infalível em sua essência e em seu caráter porque ela é a Palavra do próprio Deus, o Deus todo poderoso que fez os céus, a Terra e criou o homem, fez todas as coisas do absoluto nada mostrando a nós Sua criação e Seu imenso poder.

Assim podemos afirmar sem dúvida alguma que a Palavra de Deus é infalível para o propósito a qual Ela foi nos dada e chegou até nós como uma carta de amor. Esta carta nos guia em tudo para uma vida plena em Deus e assim possamos conhecer o nosso Deus e Senhor mais e mais. Vemos o quanto Ele é bom o tempo  todo, conhecer o Seu plano perfeito de salvação das nossas almas, nos livrando da condenação eminente.

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Genuinidade da BÍBLIA

8.3-Genuinidade-da-Bíblia-1-300x300 BibliologiaSua genuinidade se dá pelo fato de não haver outro escrito semelhante, igual ou sequer parecido. A Bíblias sagrada é única em sua forma, maneira, inspiração, caráter, infalibilidade, autoridade, instrução, ensino e poder transformador. Estes são uns poucos adjetivos das Escrituras Sagradas, porque ela possui muitos adjetivos para definir todo o seu poder.

A Bíblia é genuína pelo seu pioneirismo e o seu conteúdo exclusivo. Apesar dela ter sido escrita por mais ou menos 1500 anos, ela não deixou de ser pioneira e única em sua forma e maneira, pois seus imitadores sucumbiram ao tempo, mas a Palavra de Deus resistiu ao tempo e a seus adversários. Quanto ao exclusivismo se dá pelo fato, que os assuntos tratados ou expostos, na Escritura Sagrada só poderia ser tratado mediante ou través da mente do próprio Deus, assim como está escrito em Romanos 11:33-36 NVI.

A Natureza da BÍBLIA

8.4-A-Natureza-da-Bíblia BibliologiaQuando consideramos a natureza da Bíblia somos forçados a chegar a uma única conclusão: Ela é a revelação Divina para as nossas vidas,

Em primeiro lugar: o conteúdo da Bíblia. Este livro inteiro reconhece a personalidade, unidade e trindade de Deus.

Em segundo lugar: a unidade da Bíblia. Apesar de ter sido escrito por uns quarenta autores diferentes, durante um período de aproximadamente 1500 anos, a Bíblia é um só livro.

A Bíblia é um livro superior a qualquer outro livro do mundo. Nem a mente mais brilhante do mundo, nunca foi, e nunca será capaz de produzir um livro que chegue perto ou se compare a Bíblia. O que é fascinante na Bíblia, é que Ela é um livro honesto. Podemos notar a sua honestidade pela forma como as Escrituras Sagradas revelam os fatos sobre o pecado e a corrupção humana, fatos que a natureza humana teria interesse em acobertar.

Acima de tudo a Bíblia é um livro homogêneo e harmonioso, Ela se revela ser um livro único que expressa um só sistema doutrinário e um só padrão moral, coerente e sem contradição. Diante de tudo o que vimos, devemos considerar que a Bíblia é a incorporação de uma cristalina revelação divina.

Canonicidade das Escrituras Sagradas

Cânon ou Escrituras canônicas é a coleção completa dos livros divinamente inspirados, tanto do Antigo Testamento como do Novo Testamento, que constituem a Bíblia. Cânon é palavra grega, e significa, literalmente, “vara reta de medir”, assim como uma régua de carpinteiro. No sentido religioso, cânon não significa aquilo que se mede, mas aquilo que serve de norma e regra. Porque a Palavra de Deus é única regra de Fé e Prática para o cristão em todos os tempos.

A Bíblia, como o cânon sagrado, é a nossa normatização não só para a nossa vida religiosa, mas também para a nossa vida cotidiana, o nosso convívio em sociedade. Escrituras Sagradas nos apresentam um modelo de vida ética e moral segundo os preceitos Divinos. O emprego do termo cânon foi primeiramente aplicado aos livros da Bíblia por Orígenes (185-254 d.C.).

Podemos dizer em poucas palavras que Cânon é a compilação dos Escritos Sagrados formando assim a Bíblia. O Antigo Testamento foi separado pelo colegiado dos judeus autenticando a inspiração Divina dos escritos. Posteriormente os pais da Igreja dos primeiros séculos da era cristã reuniram os escritos que circulavam pelas igrejas da época, classificando-os como inspirados pelo Espírito Santo.

Preservação da BÍBLIA

O próprio Deus é o autor da preservação da sua santa Palavra no decorrer dos séculos e anos. Foi Ele que inspirou os escritos e foi Ele que cuidou que Sua Palavra fosse passada de geração em geração para que todos os cidadãos da Terra tivessem o privilégio de conhecer o Deus criador de todas as coisas que estão nos céus, na Terra ou no Universo.

O Senhor utilizou primeiramente a tradição oral (as histórias eram transmitidas de pai para filho ou pelo líder do clã ou tribo) para transmitir a sua história, porque afinal de contas Ele é o autor da história da humanidade.

Com o desenvolvimento da escrita ao longo da história da humanidade, o Senhor passa a inspirar seus servos para que escrevessem a Sua Palavra e Sua história para que todos as gerações viessem a conhecer o Deus todo poderoso.

Para que tais escritos fossem preservados, surgiu uma prática de copiar a Palavra de Deus entre os povos mais antigos, pois não haviam ainda livros e nem a impressa, esta foi uma maneira de não somente preservar as Escrituras Sagradas, mas também de difundir o conhecimento de Deus. Assim nascem os copistas das Sagradas Escrituras e os escribas, que tinham a função de escrever o que estava sendo ditado pelo profeta que por sua vez era inspirado pelo Espírito Santo.

10.-Preservação-da-Bíblia-138x300 Bibliologia

VASOS DE ARGILA

Muitos manuscritos foram preservados através dos séculos por vasos feitos de argila!

1.-O-que-são-apócrifos-Etimologia-da-Palavra-e-significado-300x171 Bibliologia

Encontrados em cavernas

Os manuscritos do Mar Morto foram casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras (Beduínos), que em busca de um de seus animais localizou, em 1947, a primeira das cavernas com jarros cerâmicos contendo os rolos de papiro. 
(fonte: Wilipedia)

Manuscritos do Mar morto

Houveram também outras maneiras de preservação dos rolos onde era compilados os Escritos Sagrados como: os reis preservaram a Palavra de Deus em seus palácios, os sacerdotes e levitas eram responsáveis de guardar a Bíblia. Os judeus em sua história preservavam a Palavra, os cristãos da mesma maneira tinham grande interesse em preservar a Palavra de Deus, escondendo dos perseguidores da Igreja, os manuscrito do Mar Morto (preservados por uma comunidade massorética). Os reis medievais, monges e padres preservaram os escritos bíblicos em palácios e monastérios.

Os Manuscritos do Mar Morto são uma coleção de centenas de textos e fragmentos de texto encontrados em cavernas de Qumran, no Mar Morto, no fim da década de 1940 e durante a década de 1950. Foram compilados por uma doutrina de judeus conhecida como Essênios, que viveram em Qumran do século II a.C. até aproximadamente o ano 70 d.C. Porções de toda a Bíblia Hebraica foram encontradas. Os Manuscritos do Mar Morto são de longe a versão mais antiga do texto bíblico. (fonte: Wilipedia)

Os manuscritos do Mar Morto foram casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras (Beduínos), que em busca de um de seus animais localizou, em 1947, a primeira das cavernas com jarros cerâmicos contendo os rolos de papiro. (fonte: Wilipedia)

Os Livros Apócrifos

11.-Os-Livros-Apócrifos BibliologiaSão os livros que não receberam inspiração Divina, são livros que possuem algum valor históricos, mas na sua maioria são histórias contraditórias aos livros considerados divinamente inspirados.

A palavra “apócrifo” significa, literalmente, “escondido”, “oculto”, este termo era utilizado para livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas e ocultas. No sentido religioso, o termo significa “não genuíno”, “espúrio” ou “ilegítimo”, desde sua aplicação por Jerônimo (pai da igreja). Os livros apócrifos foram escritos no período Interbíblico. Os livro foram escritos entre o Antigo e o Novo Testamento, numa época em que não havia revelação divina. Portanto Deus não estava falando por intermédio de seus santos profetas, isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade.

Nas Bíblias de edição da igreja Católica Romana, são utilizados no total 73 livros, porque essa igreja desde o Concílio de Trento, em 1546 incluiu no cânon 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos, acrescentando, assim, ao todo, 11 escritos apócrifos.

Flávio Josefo (historiador e apologista judaico-romano) rejeitou-os totalmente. Nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jamais foram citados por Jesus nem foram reconhecidos pela igreja primitiva.

Jerônimo, Agostinho, Atanásio, Júlio Africano (pais da igreja) e outros apologistas da Igreja primitiva, homens de valor e muito bem vistos pelos cristãos primitivos, opuseram-se a eles na qualidade de livros não inspirados. Apareceram a primeira vez na Septuaginta, a tradução mais antiga do Antigo Testamento feita do hebraico para o grego.

Os Livros Apócrifos da Igreja Católica Romana

Os 7 livros apócrifos que compõe a Bíblia de edição católico-romana são:

Tobias

Judite

Sabedoria de Salomão

Eclesiástico

Baruque

1º Macabeus;

2º Macabeus

Os 4 acréscimos ou apêndices são:

Ester (a Ester, 10:4 – 16:24)

Cântico dos Três Santos Filhos (a Daniel, 3:24-90)

História de Suzana (a Daniel, cap. 13)

Bel e o Dragão (a Daniel, cap. 14)

Dos 14 livros apócrifos, a Igreja Romana aceita 11 e rejeita 3, isto após 1546 d.C.. Os livros rejeitados são:

3 Esdras

4 Esdras

A Oração de Manasses

Escribas e Copistas

O primeiro indício histórico do ofício de copista ou escriba se deu no Egito antigo, mas em termos religiosos pensando na difusão Palavra de Deus, os copistas passaram a copiar a Lei do Senhor e os Seus mandamentos com o objetivo de que todo judeu tivesse acesso aos textos sagrados. Lembrando que este trabalho foi ficando minucioso e de extrema importância ao longo do desenvolvimento da religião judaica, tornando-se um trabalho respeitadíssimo no tempo de Jesus.

Os reis de Israel utilizaram-se deste ofício para registrarem seus grandes feitos e suas crônicas, para que a posteridade pudesse conhecer a grandiosidade de seus reinados.

Sabemos que o profeta Jeremias se utilizou de um escriba chamado Baruque para registrar as suas profecias, e Esdras que foi sacerdote pós exílio, foi também um conhecido escriba da Lei do Senhor. Acredita-se que o Apóstolo Pedro utilizou deste ofício também para escrever a suas cartas as igrejas da época.

O ofício de copista perdurou até o período medieval, os reis e a igreja medieval utilizaram-se muito dos copistas. Eles faziam um trabalho não só de copiar, mas também de fazer gravuras (desenhos artísticos) nas páginas das escrituras. Este trabalho foi sendo substituído com a invenção da impressa por Gutenberg, o ofício foi perdendo a sua importância.

É importante pontuarmos que este trabalho, que durou séculos e séculos de utilização e serviço, prestou um importante papel para o desenvolvimento e preservação da Palavra de Deus.

Versões Antigas

A transmissão do texto bíblico pode ser rastreada com certa clareza a partir do final do século II e início do século III até os tempos modernos por meio dos grandes manuscritos. Os elos que ligam esses manuscritos ao século I, no entanto, são uns poucos fragmentos de papiros e algumas citações dos pais apostólicos. Além dessas evidências, há materiais oriundos de descobertas arqueológicas, como os papiros bíblicos ou relacionados à Bíblia, os óstracos e as inscrições.

13.-Versões-Antigas_clipped_rev_1-300x214 Bibliologia

Óstracos - Cacos de cerâmica

Ostraco-Caco-de-cerâmica-300x221 BibliologiaOs óstracos são cacos de cerâmica frequentemente utilizados como material de escrita entre as classes mais pobres da antiguidade. Exemplo do uso desse meio de escrita é uma cópia dos evangelhos registrados em vinte peças de óstracos. Seriam o que se poderia chamar “a Bíblia do pobre”. Óstracos de Samaria é o nome dado a um conjunto de 64 óstracos de cerâmica, com inscrições em caracteres hebreus, encontrados na sala do tesouro do palácio de Acabe em Samaria. (fonte: Wikipédia)

A larga distribuição e a grande variedade de inscrições antigas não só atestam a existência dos textos bíblicos na época, mas também a importância deles. Há abundantes gravações em paredes, pilares, moedas, monumentos e outros lugares que têm sido preservadas como testemunhas do texto do Novo Testamento.

Outra testemunha do texto do Novo Testamento que em geral tem sido subvalorizada são os numerosos lecionários (livros usados no culto da igreja). Esses livros continham textos selecionados para leitura, tirados da própria Bíblia. Esses lecionários serviam de manuais, sendo usados nos cultos ao longo de um ano.

A maior parte desses manuais teria surgido talvez entre os séculos VII e XII, e deles sobreviveram dezenas de folhas e fragmentos de folhas. Só cinco ou seis lecionários sobreviveram intactos, copiados em papiro.

Além dos manuscritos e da variedade de elementos que dão testemunho do texto do Novo Testamento, o estudioso da crítica textual dispõe de citações patrísticas (corrente filosófica) das Escrituras que o ajudam na busca do verdadeiro texto. Os pais da escola patrísticas que fizeram tais remissões e citações viveram nos primeiros séculos da igreja. O fato de terem estado ao lado dos apóstolos e terem usado os textos fornece informações a respeito da área, da data e do tipo exatos do texto largamente utilizado pela igreja primitiva.

Contextualização

O estudo da Bibliologia nos ajuda a compreender como as Escrituras Sagradas são muito importantes para o nosso desenvolvimento espiritual e social. Pois a mesma está repleta de ensinos práticos para uma vida correta de acordo com princípios do Senhor nosso Deus. Nos dando compreensão da sua natureza, inspiração Divina e sua santidade, dando a nós o entendimento do amor de Deus para as nossas vidas. Porque foi o próprio Criador que preservou para que as gerações futuras pudessem ter o entendimento do valor da Palavra de Deus.

Aprendemos como Deus agiu através da história da humanidade, primeiramente nos dando a Sua bendita Palavra e, através da mesma, nos dá instrução de como viver para o próprio Deus. Viver em comunidade nos tornado um ser social por excelência ao utilizarmos o padrão do Senhor.

Compreendemos que é o Senhor que faz o querer, o agir e o realizar em nossas vidas, como está escrito em Romanos 11:36 NVI e Colossenses 1:15-17 NVI .

A Sua Palavra é para nós um mecanismo de sobrevivência e de uma vida abundante com o Senhor. Ele mesmo foi o autor e o preservador, ou melhor, o cuidador das Escrituras Sagradas, para que viéssemos a viver de acordo com os seus propósitos

Conclusão sobre Bibliologia

O Deus criador de todas as coisas é o Deus que nos deu a Sua Palavra. Foi Ele mesmo que usou de maneira sobrenatural e natural para preservar a mesma, para que todas as gerações de seus seguidores e adoradores tivessem acesso à história e seus conceitos éticos e morais, que deveriam ser para toda a humanidade, mas sem dúvida nenhuma é para o Seu povo em particular.

Portanto as Escrituras Sagradas, é o Senhor falando conosco o Seu povo.

Importante

Deus é o autor Divino da Bíblia, foi ele que inspirou os autores humanos. Portanto as Escrituras Sagradas, é o Senhor falando conosco o Seu povo.

Estudo sobre a Bibliologia

Quando se vai elaborar um estudo, seja ele qual for, é importante considerar alguns pontos a serem seguidos:
Se você quer fazer um estudo sobre por exemplo Bibliologia, é importante que siga esses princípios:

  • Busque a direção (iluminação) do Espirito Santo.
  • Leia o texto bíblico que deseja estudar.
  • Faça anotações sobre o que você entendeu no texto.
  • Busque a compreensão e o entendimento de palavras do texto.
  • Veja o ”destinatário”: Quem eram, para quem eram e quais eram as suas características?
  • Contexto – aplicar os ensinamentos do que foi estudado para os dias de hoje)
  • Quem contou e o que desejou ensinar?

Principais perguntas sobre Bibliologia

Estas são as principais perguntas feitas sobre Bibliologia. Talvez algumas delas já tenham sidas respondidas, ainda assim listaremos a seguir as principais perguntas para melhor compreensão.

Resposta: Divina, mas no âmbito natural o Antigo Testamento foi escrito por judeus e o Novo Testamento por judeus convertidos ao cristianismo. 

Resposta: 260 capítulos

Resposta: 27 Livros

Resposta: 929 Capítulos

Resposta: A importância das Escrituras Sagradas é porque ela são divinamente inspirada e tem poder para nos instruir em tudo.

 

Resposta: O Antigo Testamento foi escrito em hebraico e o Novo Testamento foi escrito em grego e algumas pequenas porções em aramaico.

Resposta: O livro escrito mais antigo é o Livro de Jó.

Resposta: Ao todo foram 40 escritores.

Resposta: O período Inter bíblico é o período conhecido como o tempo de silencio de Deus, pois neste período o Senhor deixou de falar através dos profetas. Este período consiste entre o profeta Malaquias e os Evangelhos.

Resposta: As alianças são os 7 pactos que Deus faz com a humanidade primeiro com Adão, depois Noé, Abraão, Moisés, no Sinai, Davi e a nova aliança em Jesus de Nazaré.

Resposta: Este período consiste inicialmente com o Pai Abraão, seu chamado e sua vida, posteriormente passa por seu filho Isaque e seu neto Jacó, que são chamados de “os patriarcas”.

O que você achou deste estudo sobre Bibliologia?

Gostaríamos da sua opinião e saber se encontrou em nosso estudo o que você procurava!
Se ficou com alguma dúvida sobre Bibliologia, ou se deseja acrescentar, atualizar ou nos informar algo relacionado a este estudo, escreva abaixo, ficaremos muito felizes com o seu comentário.

Até a próxima

PASTOR E PROFESSOR VALMIR​ OLIVEIRA

iTEO – Instituto da Teologia

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