Bíblia

Estudo da Bíblia - Um estudo bíblico completo sobre as Escrituras Sagradas

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Qual o significado de Bíblia?

Bíblia é uma palavra de origem grega. Sua forma original é βίβλιον, cuja transliteração é bíblion, rolos ou livros. Este termo era utilizado para designar um conjunto de livros. Por volta do século V passou-se a utilizar o termo no singular Bíblia, assim como conhecemos hoje.

O que iremos ver neste artigo

  • A Biblia Sagrada
  • Quem é o autor da Bíblia?
  • Por que a Bíblia é importante?
  • A estrutura da Bíblia
  • O Antigo Testamento (AT)
  • O Novo Testamento (NT)
  • Quando a bíblia foi escrita?
  • Época Abraâmica
  • A Época de Israel
  • O Período Inter Bíblico
  • A Época do Cristianismo
  • Alianças
  • Alianças e dispensações
  • A Bíblia como a palavra de Deus
  • A Inspiração Divina da Bíblia
  • Dispensações
  • Os livros Apócrifos
  • O cânon da Bíblia
  • A Septuaginta
  • A Vulgata
  • A tradução da Bíblia
  • As línguas originais da Bíblia
  • Contextualização – (contexto)
  • Fatos importantes
  • Situações – Ocorrências- Atitudes
  • O que aprendemos com a Bíblia
  • Conclusão do Título
  • Importante!
  • Principais perguntas sobre a Bíblia

A Bíblia Sagrada

A Bíblia também é conhecida por Escrituras Sagradas, que é uma terminologia muito utilizada no Novo Testamento para dignar os livros sagrados do Antigo Testamento, que são considerados inspirados por Deus. (2ª Tm. 3.16; Rm. 3.2). Esta terminologia também é usada como referência a outras partes do Novo Testamento (2ª Pe. 3.16). A Bíblia também é conhecida por Palavra de Deus, está terminologia é vastamente utilizada em toda Escritura (Mt 15.6; Jo. 10.35; Hb. 4.12).

A Bíblia possui um caráter singular, reto, puro e santo como seu autor. É um dos livros mais antigos do mundo e, no entanto, mas não perdeu a sua relevância. Sua origem se dá no mundo oriental antigo, ela ajudou na construção do mundo ocidental.

A Bíblia trata de muitos temas mitigáveis (aqueles que podem gerar opiniões divergentes, quando mencionado ou discutido). Todavia, os autores bíblicos falaram desses temas, com harmonia e coerência, desde Gênesis a Apocalipse, revelando uma única história.

A grande diversidade dos escritos da Bíblia trata de: lei, história, poesia religiosa e lírica, textos didáticos, parábolas e alegorias, biografia correspondência pessoal, reminiscências pessoais, diários, além de estilos caracteristicamente bíblicos de literaturas proféticas e apocalípticas. Por tudo isso, a Bíblia não é uma simples antologia. Existe uma unidade que dá coesão ao todo.

É este o imenso palco da revelação divina que temos na Bíblia. Daí a necessidade do leitor ter pelo menos uma noção desses fatos registrados na Bíblia, para sua melhor compreensão e entendimento do que Deus lhe quer dizer.

Enquanto você a lê, seria prudente refletir sobre duas questões. Qual o propósito da Bíblia? Como é que eu estudo a Bíblia? Tempo investido nestas duas questões vai abençoar grandemente o seu estudo da Bíblia.

Assista o vídeo sobre Bíbliologia

Quem é o autor da Bíblia?

O autor da Bíblia Sagrada é próprio Deus, foi Ele quem escolheu cada escritor de acordo com seus próprios critérios, para cumprir o Seu plano de redenção da humanidade e foi Ele quem inspirou cada escritor das Escrituras Sagradas. Foram utilizados ao todo 40 diferentes homens de Deus para a tarefa de escrever a Bíblia sagrada, mas cada autor foi dirigido de maneira singular e foram inspirados pelo Espírito Santo.

Muitas pessoas confundem autoria com escrita. Esse é um tema importante a ser esclarecido antes de prosseguirmos. Para achar a resposta para essa questão, vamos iniciar lendo 2 Timóteo 3.16a: “Toda a Escritura é divinamente inspirada…”.

O que este versículo nos diz é que toda a Bíblia (toda a Escritura) foi divinamente inspirada. A expressão “divinamente inspirada” é na verdade uma palavra do texto grego, theopneustos. Essa palavra é composta pela palavra theos que significa Deus e a palavras pneustos que significa respirar.

Portanto, quando a Bíblia diz que é theopneustos, isso significa que ela é “inspirada por Deus”, é concepção de Deus, ideia de Deus, deste modo, autoria de Deus.

Quem escreveu a Bíblia?

Se alguém perguntar: “Como Deus é o autor da Bíblia, se a Bíblia foi escrita por Paulo, João, Pedro e etc.? A Bíblia novamente nos dá a resposta. Assim, 2 Pedro 1:20-21, nos diz: “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”.

Logo, o que Pedro nos diz é que nenhuma parte da Bíblia (“nenhuma profecia da Escritura”), veio da vontade do homem, mas que os homens santos de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo.

Portanto, quem escreveu a Bíblia? Os homens santos de Deus. Como? Eles foram movidos por Deus, que é o Espírito Santo. Então, Moisés, Paulo, João, Pedro e os outros foram sim os escritores da Bíblia. Mas eles não são os autores. O autor da Bíblia é Deus.

Segundo a tradição judaico cristã, a bíblia foi escrita por mais ou menos 1600 anos, quando começou a ser escrita por Moises (O Pentateuco 1400 a.C.), na peregrinação do povo no deserto até o último livro que foi “O Livro da Revelação” (Apocalipse 90 -100 d.C.). Foram utilizados cerca de 40 homens de Deus para esta santa tarefa. 

A Bíblia foi originalmente escrita em formato de rolo (Jr 36.2), sendo cada rolo um livro. Assim, vemos que a princípio, os livros sagrados não estavam reunidos uns aos outros como temos agora em nossa Bíblia. O que tornou isso possível foi a invenção do papel no século II pelos chineses, bem como, o prelo de tipos móveis em 1450 d.C., por Gutenberg, tipógrafo alemão. Atualmente existem apenas 60 exemplares desse livro.

Até então era tudo manuscrito pelos escribas, de modo laborioso, lento e oneroso. Uma curiosidade sobre os escribas é que no Antigo Testamento, eles se vestiam com vestes finas e possuíam um estojo para guardar a pena ajustado ao cinto (Ez 9:2). Seus instrumentos de trabalho eram as penas e uma pequena faca para apagar a escrita e cortar o papiro (Jr 36:23). Se fosse o caso, os escribas também usavam algum tipo de cunha ou estilete para escrever na escrita cuneiforme.

Ainda hoje, devido aos ritos tradicionais, os rolos sagrados das escrituras hebraicas continuam em uso nas sinagogas judaicas.

Atualmente, o total de cópias é de quase 6 bilhões segundo o Guinness, o livro dos recordes.

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Por que a Bíblia é importante?

A Bíblia é o livro mais extraordinário já escrito. É a Palavra de Deus. É uma testemunha ocular de acontecimentos históricos que influenciaram as civilizações antigas e nos deixaram um legado de grandeza sem igual, para as sociedades de todos os tempos, pois Ela é um livro atemporal. Os preceitos, normas, leis e mandamentos da Bíblia Sagrada ajudaram literalmente a moldar o mundo em que vivemos. Sem a Bíblia , o mundo ocidental e uma boa parte do mundo oriental seriam completamente diferentes hoje. Davi, o grande rei de Israel a respeito da importância das Escrituras, escreveu: ″Como são preciosos para mim os teus pensamentos, ó Deus! Como é grande a soma deles! Se eu os contasse, seriam mais do que os grãos de areia. Se terminasse de contá-los, eu ainda estaria contigo″ (Sl 139.17-18).

Aqui estão cinco razões pelas quais a Bíblia é o livro mais importante do mundo:

  • Razão #1: A Bíblia tem transformado o mundo;
  • Razão #2: Pessoas estão dispostas a morrer por este livro;
  • Razão #3: É o livro mais exato da antiguidade;
  • Razão #4: O livro contém uma mensagem transformadora de liberdade;
  • Razão #5: O livro lhe apresenta o homem mais importante da história.

A estrutura da Bíblia

A Bíblia compõe-se de duas partes principais: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo Testamento foi escrito pela comunidade judaica, e por ela preservado um milênio ou mais antes da era de Jesus. O Novo Testamento foi composto pelos discípulos de Cristo ao longo do século I d.C.

A palavra “TESTAMENTO”, tem um significado de “aliança”, “pacto” ou “acordo” celebrado entre duas partes (aliança). No caso da Bíblia, temos o contrato, celebrado entre Deus e seu povo.

A Bíblia possui 66 livros, o Antigo Testamento possui 39 livros e o Novo Testamento 27 livros, foram divididos em 1.189 capítulos e 31.173 versículos. As línguas originais da Bíblia são o hebraico, aramaico e grego (Koiné);

Os livros da Bíblia originalmente não eram divididos em capítulos e versículos. A divisão em capítulos foi feita em 1250 d.C., pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas etapas: O Antigo Testamento em 1445 pelo rabi Nathan; O Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. Stevens publicou a primeira Bíblia dividida em capítulos e versículos em 1555, sendo esta a versão da Vulgata Latina.

A fim de se evitar mal-entendidos, ao estudarmos a Bíblia é importante também termos em mente, que os livros que a compõe são classificados ou agrupados por assuntos, sem se ater a ordem cronológica.

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O Novo Testamento

O Novo Testamento foi composto pelos discípulos de Jesus Cristo, que eram judeus convertidos ao cristianismo, foi escrito ao longo do século I da era cristã, no qual se desenvolveu a Igreja de Cristo. O Novo Testamento, constitui a segunda parte da Bíblia Sagrada.

Embora a Bíblia seja vista como um único livro, divididos em duas seções: Antigo Testamento (39 Livros), e Novo Testamento (27 Livros), compondo um conjunto de 66 livros. Nessa segunda parte da Bíblia o Novo

Testamento é onde encontramos as histórias sobre a vida e obra de Jesus Cristo.

O Novo Testamento nos traz os ensinamentos de Jesus Cristo, seus mandamentos, seus sacramentos e suas ordenanças para os seus discípulos e sua Igreja. Encontramos o cumprimento de muitas profecias contidas Antigo Testamento sobra a pessoa de Jesus Cristo.

Ao contrário do Antigo Testamento que abrange centenas de anos de história, o Novo Testamento apenas abrange algumas décadas do primeiro século da era cristã, e é uma coleção dos ensinamentos e crenças religiosas do cristianismo. O Novo Testamento não é um único livro escrito por uma pessoa, mas, possui um único autor, o Espírito Santo.

 

Quais são os livros do Novo Testamento?

O Novo Testamento possui uma coleção de 27 livros, sendo 260 capítulos e 7.959 versículos, dispostos em: 

  • Biograficos (4 Evangelhos – Mateus, Marcos, Lucas e João);
  • Histórico (Atos dos Apóstolos);
  • Epístolas ou Cartas (Romanos, 1º e 2º Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1º e 2º Tessalonicenses, 1º e 2º Timóteo, Tito, Filemom, Hebreus, Tiago, 1º e 2º Pedro, 1º, 2º e  3º João, Judas);
  • Profético (Livro da Revelação – Apocalipse) escrito em grego;

 

O Antigo Testamento

O Antigo Testamento foi escrito por homens (reis, sacerdotes ou profetas), que eram judeus, e a comunidade judaica foi responsável por preservar o Antigo Testamento até os dias de hoje.

O Antigo Testamento é a primeira das duas partes em que se divide a Bíblia. Esta designação é tirada de 2 Co 3.14, onde o apóstolo Paulo diz: ″Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece…″. 

Quais são os livros do Antigo Testamento?

O Antigo Testamento compõe-se de 39 livros, divididos em 929 capítulos e 23.214 versículos, dispostos em:

  • Lei (Genêsis, Exôdo, Levítico, Números, Deuteronômio)
  • História (Josué, Juizes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Ester)
  • Poesia (Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Canticos dos Canticos)
  • Profecia (Isaias, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias)

A Bíblia hebraica só contém estes livros, com algumas diferenças no arranjo e na sua classificação. Todo Antigo Testamento foi originalmente escrito em hebraico, exceto Ed 4.8 até 6.18; 7.12-26; Jr 10.11; Dn 2.4 até 7.28, que foram escritos em aramaico.

Quando a Bíblia foi escrita?

A Bíblia foi escrita em períodos específicos, tanto quanto por seus autores, quanto aos fatos históricos relatados em suas páginas.

As Escrituras Sagradas nos relatam sobre a Criação do Universo, Planeta Terra e Homem e da Mulher. A Bíblia descreve sobra a queda do primeiro homem criado e consequências da queda para humanidade, sobre o dilúvio, o início das civilizações e os Patriarcas.

Depois a Bíblia nos conta como o povo de Deus foi para no Egito e tornaram-se escravos de Faraó e como eles saíram de lá. Peregrinaram no deserto por 40 anos até receberam de Deus uma terra para constituir a nação dos hebreus.

Após a conquista da terra prometida, após a morte de Josué, inicia-se o período conhecido como período de Juízes a Bíblia relata como Deus governava o seu povo, até que seu povo lhe pediram um rei para governa-los, Deus levanta Saul, Davi e Salomão, período conhecido como Monarquia.

Mas por conta da desobediência do povo o reino foi divido entre Reino do Sul Judá (capital Jerusalém), e Reino do Norte Israel (capital Samaria), período chamado de monarquia dividida. Por conta da desobediência do povo de Deus em obedecer às Leis e Mandamentos do Senhor, Ele permite que seu povo seja levado cativo ao exílio.

Dando início ao período do exílio, primeiro o Reino do Norte foi cativo pelos Assírios depois o Reino do Norte cativo dos Babilônicos. Precisamos ressaltar que o Senhor em todo tempo e períodos, levantou profetas para corrigir, restaurar a fé e levar o povo de Deus ao arrependimento para que o Senhor desse livramento a nação de Israel, poupando o povo do Seu castigo.

Houve um período chamado de “Período Inter Bíblico”, popularmente conhecido como período do silêncio de Deus, onde o Senhor não falou por nenhum profeta na terra por cerca de 400 anos. Este jejum de silêncio celestial foi interrompido com o nascimento do último profeta de Deus, João Batista.

João veio com incumbência de preparar o caminho para o Messias e anunciou o Reino de Deus e a vinda do Cristo. Assim se encerra o período dos profetas, que havia se iniciado com Moisés e terminado com João Batista.

Com o nascimento, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré, o Cristo, o Filho de Deus, se dá início a era Cristã o período da Igreja de Cristo, período no qual estamos até os dias de hoje, essa era terá o seu fim com a restauração do novo Céu e nova Terra.

 

Cronologia da Bíblia

Os livros, na Bíblia, não seguem uma ordem cronológica, pois são agrupados conforme o assunto que abordam. Devido a isso, algumas pessoas podem se confundir com a sequência da leitura do texto bíblico.

Para facilitar, estaremos apresentando em síntese a cronologia do texto bíblico, ou seja, a sequência histórica em que os fatos bíblicos aconteceram. Não pretendemos nos aprofundar em um estudo cronológico bíblico, mas apenas apresentar uma ideia de como os fatos aconteceram.

 

Época Abraâmica

A época abraâmica encontra-se no primeiro período de narrativa bíblica, no livro de Gênesis, sendo dividido em três partes: o Período da Criação e Queda, o Dilúvio e os Patriarcas (Abraão).

  1. Criação: O relato da origem de todas as coisas no capítulo 1 de Genesis, criação do universo, planeta Terra e o Homem (Adão) terminando no capítulo seis de Gênesis, de Adão ao Dilúvio.

Esse período registra fatos ocorridos no Jardim do Éden, no vale do Rio Eufrates. Viveram pelas imediações do jardim do Éden Noé e Abraão. As cidades mencionadas neste livro eram cidades-reinos, com governo próprio. Destaca-se nesse período a presença de homens de Deus como Abel, Sete, Noé e Enoque.

  1. O dilúvio – após o dilúvio (Gn 6 a 10), o Senhor começa uma nova história da humanidade a partir de Noé e seus descendentes, é bom lembrar que todos os moradores da terra vieram a morrer, exceto a família de Noé que foi poupada, segundo o relato Bíblico.

Muitas cidades antigas foram reconstruídas. A arca de Noé repousou em um dos montes da cordilheira de Ararate, perto das cabeceiras do Eufrates, mas Noé retornou a sua terra primitiva – Sinar, mais tarde chamada de Babilônia (Gn 11.2). Cerca de 100 anos após o Dilúvio, aconteceu a dispersão das raças por causa da confusão das línguas na Torre de Babel (Gn 11).

Em Gênesis 10 podemos ver uma descrição detalhada de como estavam distribuídas as nações após o Dilúvio. A família de Abraão vivia na cidade de Ur, que na época era capital da Suméria. Abraão foi fiel a Deus em um ambiente influenciado pela idolatria.

Alguns teólogos afirmam que Sem (filho de Noé) foi contemporâneo de Abraão durante 150 anos, e pode ter transmitido a Abraão os ensinamentos sobre quem é o Senhor, qual é a sua vontade para a humanidade, como se deve adora-lo e seus grandes feitos.

 

Deus chama Abraão

A época abraâmica tem seu início em Gênesis 12, quando o Senhor Deus chama Abrão para uma peregrinação em direção a uma terra que ele não fazia ideia. Abrão ouviu o chamado do Senhor e obedeceu, por isso foi chamado de o “Pai da Fé”, porque foi por fé que ele peregrinou sem saber o destino final.

Abrão, depois chamado por Deus de Abraão, deu início ao período dos patriarcas. Por sua obediência o Senhor lhe fez algumas promessas: que ele seria abençoado, seu nome seria engrandecido, e sua descendência uma benção, todos que o abençoasse o Senhor prometeu que abençoaria, mas todos que o amaldiçoasse Ele o amaldiçoaria, em Abraão todas as nações seriam benditas e que ele seria pai. 

 

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A Época De Israel

Trata-se do período histórico de Israel, um dos centros da narrativa bíblica, pois foi em Israel que nasceu Cristo, tema central da Bíblia.

O Período Patriarcal tem seu início com Abraão, passa por seu filho Isaque e termina em seu neto Jacó que teve seu nome mudado para Israel, que é o pai das doze (12) tribos, iniciando o desenvolvimento da nação de Israel, assim os hebreus passaram ser conhecidos como Israelitas.

As doze tribos recebem os nomes dos filhos dez (10) de Israel e de seus dois (2) netos filhos de José, que foram abençoados por Israel (Jacó) como seus próprios filhos. Os nomes das tribos são: Rúben, Simeão, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, Benjamim, Manassés e Efraim.

Israel foi para o Egito, pois José filho de Israel tinha sido traído e vendido como escravo por seus irmão, e por providência divina foi parar no Egito, José se tornou o segundo homem mais poderoso no Egito, estando somente abaixo do Faraó. Com o início com da fome instaurada na terra, Israel e seus filhos precisam ir até o Egito, porque era o único lugar que tinha alimento para se comprar, José reencontra seus irmãos, mesmo magoado pela traição, perdoa seus irmãos e traz seu pai para viver nas terras do Egito.

 

O Povo de Deus

As doze (12), tribos se estabelecem no Egito e multiplicam, o Faraó que era amigo dos Israelitas havia morrido e eram numerosos os números dos Israelitas, o novo Faraó com medo de um motim ou revolta do povo hebreu passa a escravizar e oprimir o povo. Que durou 400 anos de escravidão no Egito. 

Deus ouve o clamor de seu povo e levanta um libertador, Moisés que era profeta de Deus, foi incumbido de guiar o povo na saída do Egito rumo a terra de Canaã. Israel no deserto, trata-se de um período de 40 anos, tempo que Israel gastou desde a saída do Egito até a entrada em Canaã.

Os israelitas ficaram 40 anos peregrinando no deserto, liderados por Josué sucessor de Moisés, antes de conquistarem a terra que mana leite mel, terra de Canaã.

Período dos Juízes

Após o fim da Monarquia Unida (c. 1050 a 931 a.C.), o reino do Norte foi conquistado pelos assírios em 722 (1) a.C., sob a liderança de Sargão II (721-705 a.C.). Seus habitantes foram deportados para a Assíria (II Rs 17.6) e para outras terras conquistadas. Por sua vez, outros povos de outras nações foram então levados para povoarem a área conhecida como Samaria. A estratégia dos assírios foi tentar destruir todo vestígio de linhagem nacional, e, assim, unir todos os povos num só.

Em 612 a.C. os babilônios aliados aos medos (ou citas) liderados por Nabopalassar (625-605 a.C.) destruíram Nínive e conquistaram os assírios. O reino do Sul, Judá, foi vencido pelos babilônios, sob Nabucodonosor, em 605 a.C., e alguns da família real e líderes foram levados cativos para a Babilônia. Entre estes, estavam Daniel e seus amigos (2º Rs 24.1-7; 2º Cr 36.6-7; Dn 1.1-3; Jr 46.2). Uma curta rebelião em 597 a.C. foi suprimida, servindo de pretexto para outra deportação. Agora o profeta Ezequiel foi exilado (2º Rs 24.8-20; cf. vv. 14-16; 2º Cr 36.9-10). Uma revolta posterior, liderada por Zedequias (Matanias), foi sufocada em 587 (6) a.C., com a destruição completa do templo, e deportação de todos, exceto algumas pessoas pobres (2º Rs 25. 1-30; c.f vv. 8-12; 2º Cr 36.11-21; Jr 52.28-30), para evitar que o país se tornasse um deserto.

 

Tempo de Exílio

Após o fim da Monarquia Unida (c. 1050 a 931 a.C.), o reino do Norte foi conquistado pelos assírios em 722 (1) a.C., sobre a liderança de Sargão II (721-705 a.C.). Seus habitantes foram deportados para a Assíria (II Rs 17.6) e para outras terras conquistadas. Por sua vez, outros povos de outras nações foram então importados, para povoarem a área conhecida como Samaria. A política dos assírios foi tentar destruir todo vestígio de linhagem nacional, e, assim, unir todos os povos num só.

Em 612 a.C. os babilônios aliados aos medos (ou citas) liderados por Nabopalassar (625-605 a.C.) destruíram Nínive e conquistaram os assírios. O reino do Sul, Judá, foi vencido pelos babilônios, sob Nabucodonosor, em605 a.C., e alguns da família real e líderes foram levados cativos para a Babilônia. Entre estes, estavam Daniel e seus amigos (2º Rs 24.1-7; 2º Cr 36.6-7; Dn 1.1-3; Jr 46.2). Uma curta rebelião em 597 a.C. foi suprimida, servindo de pretexto para outra deportação. Agora o profeta Ezequiel foi exilado (2º Rs 24.8-20; cf. vv. 14-16; 2º Cr 36.9-10). Uma revolta posterior, liderada por Zedequias (Matanias), foi sufocada em 587 (6) a.C., com a destruição completa do templo, e deportação de todos, exceto algumas pessoas pobres (2º Rs 25. 1-30; c.f vv. 8-12; 2º Cr 36.11-21; Jr 52.28-30), para evitar que o país se tornasse um deserto.

 

Cativeiro Babílonico

O “Cativeiro Babilônico” não foi tanto um cativeiro, mas umexílio. O propósito das deportações não foi destruir as linhagens nacionais (como foi a estratégia assíria), mas punir os opositores do governo. Os cativos tinham uma certa liberdade. Eles podiam eleger seus próprios líderes de comunidades. Muitos destes exilados se tornaram líderes no governo babilônico (Dn 1.20; 2.48, 49; 3.30) e bem poderosos. Esses exilados estavam começando a encontrar seu ponto forte nos campos da indústria e do comércio. Esta tendência que se iniciou na Babilônia tornou-se mais desenvolvida nas gerações posteriores, de tal maneira que nos dias do Novo Testamento, as comunidades judaicas eram primariamente urbanas, em vez de agrícolas e pastorais como no Antigo Testamento.

Durante esse período o nome judeu entrou em uso. Os termos, hebreu (Gn 14.13) e israelita (Rm 9.4) mais usados no Antigo Testamento, são substituídos pelo termo judeu (Ed 4.12; Ne 1.2; Et 3.6; Mt 28.15). Este termo denotava o povo da nação conquistada de Judá. Em Jr. 34.9 o termo judeu é usado para explicar o vocábulo “hebreu”. Na época do Novo Testamento, o plural, “judeus” se tornara um termo familiar para incluir todos os israelitas.

Ciro (539-530 a.C.), tendo unido as nações da Média, Lídia e Pérsia, capturou a Babilônia em 538 a.C. e confirmou muitos judeus em suas posições de autoridade governamental (Dn 6.1ss). A política persa era permitir ao povo dominado voltar para sua terra natal. Por isso, é que foi possível o retorno dos cerca de 50.000 judeus para Jerusalém em três grandes levas: (1) Zorobabel (538 a.C); (2) Esdras (458 a.C.); (3) Neemias (444 a.C.).

Durante todo o período persa, os judeus foram totalmente leais ao rei persa. Isto pode ter ocorrido porque havia mais judeus na Babilônia do que na Palestina. Somente 50.000 judeus voltaram à sua terra natal durante estes duzentos anos, momento este que os judeus na pérsia exerciam grande influência sobre os judeus da Palestina, de tal maneira que uma judia (Ester) se tornou esposa do rei persa Assuero (Xerxes (486-464 a.C.; Et 1-9).

Período Inter Bíblico

Houve um período chamado de “Período Inter Bíblico”, popularmente conhecido como período do silêncio de Deus, onde o Senhor não falou por nenhum profeta na terra por cerca de 400 anos. Este jejum de silêncio celestial foi interrompido com o nascimento do último profeta de Deus, João Batista.

João veio com incumbência de preparar o caminho para o Messias e anunciou o Reino de Deus e a vinda do Cristo. Assim se encerra o período dos profetas, que havia se iniciado com Moisés e terminado com João Batista.

Com o nascimento, morte e ressureição de Jesus de Nazaré, o Cristo, o Filho de Deus, se dá início a era Cristã o período da Igreja de Cristo, período no qual estamos até os dias de hoje, essa era terá o seu fim com a restauração do novo Céu e nova Terra.

Helenismo

As conquistas de Alexandre trouxeram consigo a expansão do helenismo (cultura e costumes gregos). A cultura grega, também conhecida por Helenismo, estava sendo propagando mediante ao comércio e colonização dos gregos, mas as conquistas de Alexandre promoveram um impulso muito maior do que havia antes. O helenismo enfatizava em propagar a língua, a educação, o desenvolvimento físico (culto ao físico), as competições de atletismo (olimpíadas), as artes, a escultura e o teatro, e a filosofia.

Com a morte de “Alexandre o Grande” o império grego entrou em declínio por consequência de muitas disputas internas pelo poder e liderança de todo o mundo antigo. Os Ptolomeus e o Egito (321 – 198 a.C.). Depois das lutas entre os generais de Alexandre, o Egito caiu nas mãos de Ptolomeu Sóter (305-283 a.C.). O império dos Ptolomeus centralizava-se no Egito, tendo Alexandria por capital. Cleópatra, que morreu no ano 30 a.C., foi o último membro da dinastia dos ptolomeus.

Os Selêucidas e a Síria

Os Selêucidas e a Síria (198 – 167 a.C.). Durante todo o tempo da dominação dos Ptolomeus na Palestina, os reis selêucidas da Síria estiveram olhando gananciosamente a área rica em ferro e outros metais. Os judeus da Palestina eram um “joguete” político entre os dois países poderosos.

Devido a casamentos mistos e complicações políticas, Antíoco III (o Grande) marchou contra Ptolomeu Epifânio, em 198 a.C. Em 198 a.C., a vitória selêucida em Paniom, perto das fontes originais do Jordão, significou a Judéia e a Samaria se tornariam tributárias (governadas), de Antioquia e não Alexandria.

Os judeus não ficaram passivos a tanta dominação, houve um tempo que um grupo de judeus deu início a uma resistência conhecida como, “O Período (guerra ou revolta) dos Macabeu” (167-63 a.C.). A princípio a resistência dos judeus em relação a helenização de Antíoco IV (Epifânio) (175-163 a.C.) foi somente passiva. À medida que a perseguição aumentava em intensidade e os sacrifícios a Deus estavam em baixa, iniciou-se a resistência ativa.

Império Romano

O século VIII a.C. viu a fundação de Roma, e no século V a.C. houve a organização de uma forma republicana de governo ali sediada. As conquistas feitas na extremidade oriental da bacia do Mediterrâneo, sob o comando de Pompeu, como também na Gália por Júlio César expandiram o domínio romano.

Pompeu, Crasso e Júlio César reinaram sobre Roma como Primeiro Triunvirato, mas Júlio César logo se tornou governador único. Ele colocou Hircano em Jerusalém e nomeou a Antípater, cidadão da Iduméia (filho de pai idumeu e mãe judia), como procurador sob as ordens de Hircano.

O império Romano durou cinco (5) séculos como um grande império, mas resistiu até a idade média como grande nação. Desta maneira inicia-se o domínio romano sobre o Israel, como todas as influências citadas anteriormente foram importantes para o desenvolvimento e crescimento do cristianismo.

Logo antes da vinda de Cristo, por volta do ano 63 a.C, a Palestina passa ao domínio do império Romano. Na época do nascimento de Jesus, governava a Galileia o rei Herodes, O Grande. Herodes praticou todos os atos que julgou necessários para chegar ao trono, matando inclusive todos os membros do Sinédrio, alguns nobres e pessoas da própria família.

Apesar do silêncio bíblico sobre esse período, a história registra diversos acontecimentos que foram decisivos para a configuração do mundo bíblico por ocasião do nascimento de Cristo. Após o domínio persa, Alexandre, monarca grego levou a língua daquele país ao mundo da época, preparando caminho para o surgimento do Novo Testamento, que foi escrito em grego . O fato de o mundo todo falar grego na época favoreceu a expansão do Evangelho.

A Época do Cristianismo

A Época do Cristianismo (período do cristianismo) tem início com o nascimento de Jesus de Nazaré o Filho de Deus, o Messias, o Cristo O Nascimento de Jesus ocorreu no ano 5 a.C. A contagem dos anos deveria se iniciar com o seu nascimento, mas devido a um erro de cronologia, ocorreu esse lapso histórico. Quando Jesus nasceu, reinava na Judéia o rei Herodes. O nascimento de Jesus foi, sem dúvida, o fato mais importante da história da humanidade, pois como Homem não houve nenhuma personalidade mais influente do que Jesus, Ele influenciou as artes, ciências, filosofia, costumes, hábitos e culturas. O calendário gregoriano é utilizado por todos os países ocidentais e pela maioria dos países orientais. É um calendário de origem europeia. Foi promulgado pelo Papa Gregório XIII (1502–1585) em 24 de fevereiro de 1582 substituindo o calendário juliano implantado pelo imperador Romano Júlio César (100–44 a.C.) em 46 a.C. Como convenção e por praticidade, o calendário gregoriano é adotado para demarcar o ano civil em quase todo mundo, facilitando o relacionamento entre as nações. Essa influência ocorreu pelo o fato da Europa ter exportado seus costumes e padrões para o resto do mundo e com isto os dias em quase todo o mundo são contados a partir do nascimento de Jesus Cristo. A história da igreja propriamente dita começa com o nascimento do Senhor Jesus no ano 5 a.C, e estende-se até aos tempos atuais. O cristianismo é a maior religião oficial do mundo, tendo o maior número de adeptos e os ensinamentos de Jesus Cristo são os mais estudados, analisados e difundidos de toda a história. O nome ou personalidade mais pesquisada na internet é Jesus.

Alianças Bíblicas

Quando observamos as alianças bíblicas, precisamos primeiramente considerar a terminologia que as Escrituras usam para aliança. No Antigo Testamento, a palavra hebraica para aliança é berith. Ela é usada 285 vezes. A palavra grega no Novo Testamento para aliança é diatheke. Ela aparece 30 vezes.

Portanto, o significado central de aliança é um laço ou relacionamento entre duas partes na forma de um contrato. Em nosso mundo moderno, um contrato é a coisa mais próxima que seja semelhante a uma aliança bíblica. 

Nas alianças bíblicas entre Deus e a humanidade, o Senhor, soberanamente, impõe os termos desses arranjos de acordo com Sua própria vontade e prazer. Existem oito alianças na Bíblia, feitas entre Deus e a humanidade:

As 8 Alianças Bíblicas

  • A Aliança Edênica [antes da queda (Gn 1.28-30; 2.15-17)]
  • A Aliança Adâmica [na queda do homem (Gn 3.14-19)]
  • A Aliança Noética [pós dilúvio (Gn 8.20-9.17)]
  • A Aliança Abraâmica [aliança feita com Abrão (Gn 12.1-3)]
  • A Aliança Mosaica [aliança feita com Moisés instituições da Lei e Mandamentos (Êx 20-23; Dt)]
  • A Aliança da Terra de Israel [Posse da Terra Prometida (Dt 30.1-10)]
  • A Aliança Davídica [Promessa do trono para Davi e seus descendentes (2Sm 7.4-17)]
  • A Nova Aliança [ A aliança perfeita, sem substituta, sobre o sacrifício de Jesus Cristo que garante a benção eterna, sobre a aliança feita com Abraão {Gl 3:13-29}, para todo aquele crer. É a plena manifestação do Amor incondicional de Deus para com o homem. (Jr 31.31-37; Hb 8:8)].

 

Dispensações Bíblicas

A teologia bíblica pode ser dividida em: “Teologia dos Pactos” e “Teologia da Dispensação”, são alternativas usadas para explicar as operações de Deus na Bíblia. 

A palavra “Dispensação” vem do latim dispenso, que significa “pesar”, “administrar”, como um mordomo. O termo no grego traduzido é οικονομία (oikonomia) que ocorre no Novo Testamento (1Co 9:17; Ef 1:10; 3:2,9; Cl 1:25; Lc 16:2-4).

Dispensação pode ser um método utilizado por Deus para tratar com o homem através da história bíblica. Isso aponta para a soberania de Deus, dirigindo toda a história com suas revelações, intervenções, recompensas, castigos e instruções.

Uma dispensação é uma maneira de entender as provisões divinas quanto a própria natureza e a história, sustentando e guiando ambas. Podendo também ser uma missão especial como um mordomo do Evangelho, dada ou conferida alguém na obra do Evangelho de Jesus Cristo.

O termo “Dispensação”, também é compreendido como um período de tempo no qual, homens foram testados por Deus, quanto a sua obediência a uma certa revelação da vontade do Senhor que havia sido compartilhada a estes homens em questão.

Alguns autores dizem que basicamente a ideia é que Deus havia tentado vários métodos que não foram bem-sucedido, não por incapacidade Divina, mas por desobediência do homem escolhido para a missão. Cada método ou dispensação teria sido abandonado totalmente, antes do método seguinte ser aplicado, ou seja, o método usado anteriormente não serve para a dispensação seguinte.

 

As sete dispensações

  • 1º dispensação é chamada de Dispensação da Inocência (Gênesis 1:28-30 e 2:15-17). Esta dispensação abrangeu o período de Adão e Eva no Jardim do Éden.
  • 2º dispensação é chamada de Dispensação da Consciência, e durou cerca de 1.656 anos a partir do momento da expulsão de Adão e Eva do jardim até e o dilúvio (Gênesis 3:8 – 8:22). Esta dispensação demonstra o que a humanidade fará se abandonada à sua própria vontade e consciência, as quais foram contaminadas pela natureza do pecado herdado.
  • 3º dispensação é a Dispensação do Governo Humano, a qual começou em Gênesis 8. Deus tinha destruído a vida na terra com um dilúvio, salvando apenas uma família.
  • 4º dispensação, chamada de Dispensação da Promessa, começou com a chamada de Abraão, continuou através das vidas dos patriarcas e terminou com o Êxodo do povo judeu do Egito, um período de aproximadamente 430 anos. Durante esta dispensação, Deus desenvolveu uma grande nação que Ele havia escolhido como o Seu povo (Gênesis 12:1-Êxodo 19:25).
  • 5º dispensação é chamada de Dispensação da Lei. Durou quase 1.500 anos, do Êxodo até ser suspensa após a morte de Jesus Cristo.
  • 6º dispensação, a que vivemos hoje, é a Dispensação da Graça. Ela começou com a Nova Aliança no sangue de Cristo (Lucas 22:20). Esta “Era da Graça” ou “Era da Igreja”. 
  • 7º dispensação é chamada do Reino Milenar de Cristo e terá a duração de 1.000 anos enquanto o próprio Cristo Reina sobre a terra.

Inspiração da Bíblia

A Bíblia tem inspiração divina, ou seja, podemos afirmar que foi o Criador do Universo que inspirou cada um dos escritores da Palavra de Deus. Isto só foi possível, pois todos escreveram por intermédio ou ajuda do Espírito Santo, porque sozinhos nenhum dos escritores poderiam ter feito tal trabalho com tanta excelência.

Por mais que o escritor tivesse sido instruído em toda ciências do Egito como Moisés ou Saulo (Paulo) de Tarso que foi educado aos pés de Gamaliel, sem a inspiração Divina não poderiam ter feito o trabalho que havia sido proposto a eles, porque este é o sinal que a Bíblia é a Palavra de Deus para a humanidade.

As Escrituras receberam sua credibilidade do próprio Deus, que falou mediante os profetas, apóstolos e servos, para que a humanidade fosse instruída nos princípios estabelecido pelo próprio Deus.

Uma coisa é afirmar que a Bíblia alega ser as palavras de Deus; outra coisa é ser convencido de que essa alegação é verdadeira. Nossa convicção suprema de que as palavras da Bíblia são palavras de Deus vem somente quando o Espírito Santo fala em e por meio das palavras da Bíblia ao nosso coração e nos dá a certeza interior de que essas são as palavras do Criador para nós. Sem a obra do Espírito de Deus, a pessoa nunca receberá ou aceitará a verdade de que as palavras da Bíblia são de fato a Palavra de Deus.

Mas para aqueles em quem o Espírito de Deus está operando, há o reconhecimento de que as palavras da Bíblia são as palavras de Deus. Esse processo é intimamente análogo ao qual as pessoas que criam em Jesus sabiam que as palavras dele eram verdadeiras. Ele disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” (Jo 10.27). Os que são ovelhas de Cristo ouvem as palavras de Cristo, o grande Pastor delas, da mesma maneira que leem as palavras da Escritura, e se convencem de que essas palavras são, de fato, as palavras do seu Senhor.

 

Teoria da Inspiração da Bíblia

A teoria correta da inspiração bíblica é chamada de Teoria da Inspiração Plenária ou Verbal. Ensina que todas as partes da Bíblia foram igualmente inspiradas por Deus, e que houve cooperação entre os escritores e o Espírito Santo que os capacitava. Eles escreveram a Bíblia com palavras de seu vocabulário, mas sob poderosa influência do Espírito Santo, e o que eles escreveram é a Palavra de Deus.

A doutrina da inspiração não é invenção de teólogos. A própria Bíblia a expõe enfaticamente. Ela dá testemunho de si mesma (o que não é considerado válido pelos seus inimigos) e tem testemunho da história.

A característica mais importante da Bíblia não é sua estrutura e sim sua forma como ela foi escrita, o fato é que a Escritura Sagrada foi inspirada por Deus. A Bíblia é um livro singular, não existe um livro que seja parecido ou semelhante a Bíblia, ela foi literalmente “soprada por Deus”.

Assim escreveu Paulo a Timóteo: “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça” (2Tm 3.16). O Senhor em Sua soberania e graça expressou na Sua Palavra tudo que a humanidade deveria e precisaria saber. Pela revelação, Deus falou aos profetas de muitas maneiras (Hb 1.1). Entendemos que homens movidos pelo Espírito, escreveram palavras sopradas por Deus, as quais são a fonte de autoridade para a fé e prática do cristão.

O texto de 2 Tm 3.16 mostra a extensão da inspiração (toda a Escritura). No contexto bíblico, Escritura significa tanto o AT como o NT (Lc 24.45; Jo 10.35; Lc 4.21; 1 Tm 5.18 cf. Dt 25.4 e Lc 10.7; 2 Pe 3.16).

Fica claro que a inspiração vem da parte de Deus. As Escrituras foram “sopradas por Deus” (significado de inspiração).

O propósito da inspiração é tornar as Escrituras “úteis”. Assim, a Bíblia veio de Deus para nos mostrar como viver e o que devemos fazer.

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O que são livros apócrifos?

São os livros que não receberam inspiração Divina, são livros que possuem um certo valor históricos, mas na sua maioria possuem histórias contraditórias aos livros canônicos. A palavra “apócrifo” significa, literalmente, “escondido”, “oculto”, este termo era utilizado para livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas e ocultas.

No contexto judaico cristão, o termo significa “não genuíno”, “espúrio” ou “ilegítimo”, desde sua aplicação por Jerônimo (pai da igreja). Os apócrifos foram escritos no período Inter bíblico, ou seja, entre o Antigo e o Novo Testamento.

No início da era cristã muitos livros atribuídos aos apóstolos de Jesus foram escritos, muitos traziam o título de evangelho, mas estes inscritos eram contraditórios aos Evangelhos e as Epístolas (cartas) que tinham sido inspirados por Deus.

Além dos livros canônicos, existem os chamados “livros deuterocanônicos”, ou seja, os livros do “segundo cânon”, que foi o cânon aprovado pela Igreja Romana no Concílio de Trento (1545-1563), até hoje seguido pelos católicos. Nas Bíblias de edição católico-romana o total de livros é de 73, tendo a mais 7 livros apócrifos, além de quatro acréscimos ou apêndices a livros canônicos, num total de 11 escritos apócrifos. 

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Quais são os livros apocrífos?

Existem 14 escritos apócrifos, sendo 10 livros e 4 acréscimos.

Os sete livros apócrifos constantes na edição católico romana são: Tobias (depois de Esdras); Judite (depois de Tobias); Sabedoria de Salomão (depois de Cantares); Eclesiasiáticos (depois de Sabedoria); Baruque (depois de Jeremias); I e II Macabeus.

Os quatro acréscimos a livros canônicos são: Ester (10.4 – 16.24); Cântico dos Três Santos Filhos (Daniel 3.24-90); História de Suzana (Daniel 13); Bel e o Dragão (Daniel 14).

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Outros apocrífos

Os demais apócrifos, ainda aceitos pela Igreja Ortodoxa Grega são: III e IV Esdras e A Oração de Manassés. São assim chamados porque na Bíblia católico-romana os livros de Esdras e Neemias são chamados de I e II Esdras. A aprovação dos apócrifos pela Igreja Católica, em 18 de abril de 1546, foi uma tentativa de combater a Reforma Protestante, recente na época. Os protestantes combatiam violentamente as novas doutrinas romanistas do Purgatório, Oração pelos Mortos, Salvação mediante Obras, dentre outras. Os romanistas viam nos apócrifos, base para tais doutrinas, e apelaram para eles.

O Cânon da Bíblia

Cânon ou Escrituras Canônicas é a coleção completa dos livros divinamente inspirados, constituindo a Bíblia. Cânon é uma palavra grega que significa vara reta de medir, assim como uma régua de carpinteiro.

No sentido religioso, cânon significa normaregra. Com esse sentido, aparece no original de Ez 40.5, aparece também no original em vários textos do Novo Testamento (Gl 6.16; 2 Co 10.13, 15; Fp 3.16). A Bíblia é a nossa norma ou regra de fé e prática.

O termo cânon foi empregado pela primeira vez por Orígenes (185- 254 d.C.). Antes de Orígenes, as verdades reconhecidas pela Igreja eram chamadas canôn. Diz-se dos livros bíblicos canônicos para diferenciá-los dos apócrifos. Por volta do ano 90 d.C., em Jâmnia, perto da atual Jafa, na Palestina, os rabinos num concílio sob a presidência de Joanan Bem Zakai.

A finalidade deste concílio era de reestruturação do judaísmo após a destruição do templo de Jerusalém (70 d.C.), reconheceram e fixaram o cânon do Antigo Testamento. Houve muitos debates acerca da aprovação de certos livros.

Note-se, porém, que o trabalho desse concílio foi apenas ratificar aquilo que já era aceito por todos os judeus através dos séculos. Jâmnia, após a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. tornou-se sede do Sinédrio – o supremo tribunal dos judeus.

O reconhecimento e fixação do cânon do Novo Testamento ocorreu no III Concílio de Catargo, no ano 397 d.C. Nessa ocasião os 27 livros que compõem o Novo Testamento foram reconhecidos e aceitos como canônicos. No entanto, durante esses 400 anos de história da Igreja, os livros e cartas já eram lidos pelos crentes primitivos em suas reuniões, como referência de fé e doutrina.

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A Septuaginta

Como já vimos antes, o helenismo foi a cultura de maior influência no mundo antigo, sendo assim o grego era a língua mais falada pela maioria desta época. Então se fez necessária a tradução do hebraico para o grego da bíblia hebraica.

A palavra “septuaginta” significa “setenta” em grego. De acordo com a tradição, essa tradução foi feita por 70 ou 72 sábios judeus, dependendo da versão da história, na cidade de Alexandria, no norte do Egito. Por isso, a tradução ficou conhecida como a septuaginta, ou LXX (70 em números romanos).

É a versão da Bíblia hebraica traduzida para o grego koiné, entre o século III a.C. e o século I a.C., em Alexandria. É a tradução mais antiga da bíblia hebraica, o grego era a língua franca do Mediterrâneo oriental.

A Septuaginta é a versão mais antiga dos originais das Sagradas Escrituras. A comunidade judaica que habitava em Alexandria, no Egito, falava expressamente o idioma grego, com necessidade de uma versão grega dos livros judaicos. O rei Ptolomeu Filadelfo II (285 246 a.C) sugeriu a Demétrio, seu bibliotecário, que os livros fossem traduzidos.

O Sumo Sacerdote Eleazar, para satisfazer o rei Ptolomeu, trouxe de Jerusalém 72 tradutores (6 de cada tribo). Depois de uma grande recepção, ficaram isolados na ilha de Faros e executaram o trabalho em 72 dias. A cronologia dessa tradução data do ano 285 a.C. A cópia mais antiga da Septuaginta encontra-se na Biblioteca do Vaticano, datada de 325 A.D.

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A Vulgata

A Vulgata é a versão em latim da Bíblia cristã, foi produzida por Jerônimo no fim do século IV d.C. Ele traduziu todos os livros do Antigo Testamento e todos os livros do Novo Testamento, foram feitas traduções de livros apócrifos.

Esta versão se tornou a Bíblia oficial aceita na Europa ocidental pela igreja oficial, Igreja Apostólica Romana, até a idade média, quando os reformadores começaram a fazer suas próprias traduções diretamente das línguas originais. Proporcionando aos homens mais simples ler e entender a Escritura Sagrada.

A Igreja usava traduções da Bíblia em latim. No ano de 383,  Jerônimo, um dos homens mais sábios dos seus dias, recebeu do Bispo de Roma, Damasus, um convite para melhorar a Bíblia latina. Jerônimo conclui a revisão de todo o Novo Testamento, e anos depois, muda-se para Belém onde fundou um mosteiro.

No mosteiro, aos oitenta anos de idade, Jerônimo começa uma nova tradução do Antigo Testamento, do hebraico para o latim. Esta tradução é conhecida como a Vulgata, e inclui muitos dos apócrifos. A Vulgata foi à base de todas as traduções por mais de mil anos.

 

A Tradução da Bíblia

Com a Reforma Protestante nasceu a necessidade de traduções bíblicas, com o objetivo de levar a Palavra de Deus para todos os seres humanos, para que assim fosse possível que o mais simples dos homens pudesse ler as Sagradas Escrituras.  

Os reformadores foram os principais instrumentos de Deus para que dessem início ao projeto de Deus para que todos os homens de toda língua e nação tivesse acesso a Palavra de Deus. Os reformadores foram: John Wyclif (1330 – 1384), Jan Hus (1369 – 1415), Martinho Lutero (1483 – 1546), Ulrich Zwingli [Ulrico Zuínglio] (1484–1531), Johannes Bugenhagen (1485 – 1558), Thomas Müntzer (1489 – 1525), Martin Bucer (1491 – 1551), Philipp Melanchthon (1497 – 1560),  Johannes Brenz (1499 – 1570) e João Calvino (1509 – 1564).

Se a Bíblia é de fato a Palavra de Deus, então ela não poderia ficar restrita aos idiomas originais (Hebraico, Aramaico e Grego). Com o passar dos anos a Bíblia foi sendo traduzida para diversos idiomas diferentes. O Antigo Testamento, após ser canonizado, teve seu papel importante no ministério de Jesus e dos apóstolos, e, provavelmente usavam cópias em Hebraico feitas pelos escribas dos escritos originais que ficavam nas sinagogas.

Hoje As Escrituras Sagradas estão traduzidas para 2.935 idiomas falados por 6,039 bilhões de pessoas. Só em 2015, foram feitas traduções para 50 idiomas, falados por quase 160 milhões de pessoas, graças a ações missionárias ao redor do mundo.

 

Linguas originais da Bíblia

Em quase sua totalidade, os livros bíblicos foram escritos em hebraico, aramaico e grego. O Antigo Testamento – O hebraico é o idioma oficial da nação judaica, sendo chamado também de “língua de Canaã (Is 19.18) e “língua judaica ou judaico” (2 Rs 18.26-28; Is 36.13). Como a maior parte das línguas semíticas, o hebraico lê-se da direita para a esquerda. Seu alfabeto é composto por 22 letras, todas consoantes.

Os trechos do Antigo Testamento escritos em aramaico são: Ed 4.8 a 6.18; 7.12-26; Dn 2.4 a 7.28 e Jr 10.11. O aramaico foi o idioma falado em Arã ou Síria e em grande parte da Arábia Pétrea. Essa língua influiu profundamente sobre o hebraico principalmente durante os cativeiros de Judá na Babilônia (587 a. C.).

A influência do aramaico foi tão grande que ao voltar do cativeiro o povo tinha essa língua como vernácula. Por isso, quando Esdras leu as Escrituras em público precisou explicá-las ao povo, que não mais conheciam bem o hebraico. No Novo Testamento o aramaico já era bem conhecido, e foi a língua mais usada por Jesus e seus discípulos. Jesus conhecia também o hebraico, pois leu as Escrituras escritas nessa língua.

O Novo Testamento – Foi escrito em grego. Existem dúvidas sobre o livro de Mateus, que alguns eruditos dizem ter sido escrito em aramaico. O grego do Novo Testamento não é a língua erudita, mas uma versão popular, chamada de Koiné (adjetivo κοινή, que significa algo comum ou público, naquela época, o grego Koiné (κοινή) representava uma língua franca, aberta, instrumento de comunicação abrangendo grandes regiões, tal como o inglês dos tempos atuais). 

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Lingua grega

Em geral, o grego é uma língua muito precisa, e das línguas bíblicas, é a que mais se conhece por estar mais próxima de nós. Nos tempos bíblicos era uma língua de compreensão universal devido à expansão do Império da Grécia, sob o domínio de Alexandre (336 a. C.). Nos dias de Jesus, o grego era falado adequadamente, e a tradução da Septuaginta (versão do hebraico para o grego) era lido constantemente pelos judeus liberais. Por ocasião do ministério terreno de Cristo, a língua sagrada dos judeus era o hebraico; a falada, o aramaico; a língua oficial, o latim; a universal, o grego.

O que aprendemos com a Bíblia?

Mesmo a Bíblia Sagrada ter começado a ser escrita há mais de 3.000 anos, ela continua sendo um livro atual, como se tivesse sido escrito para cada geração que ela vem influenciando ao longo da história da humanidade. As Escrituras Sagradas nos trazem em suas páginas princípios éticos e morais, para uma ótima convivência em sociedade.

Ela nos ensina sobre o amor a Deus e ao próximo, como devemos nos respeitar, como ter um matrimônio imaculado e feliz, como ser bons pais, filhos melhores, amigos leais, pessoas honestas, cumpridores das leis de Deus e da nação que vivemos, ela nos ensina sobre economia, política e saúde. A Bíblia nos instrui em tudo e possui o melhor conselho, pois ele vem do próprio Deus.

Podemos dizer sem medo de errar que podemos aprender tudo com a Bíblia, ela é um livro raro e muito especial, primeiramente porque foi produzida por homens inspirados de maneira sobrenatural por Deus. Portanto o autor é o próprio Deus Triuno, criador do universo, do homem e da mulher e do nosso planeta e tudo que nele existe.

E seus colaboradores foram homens piedosos, santos e separados para esta obra singular, que nos traz instruções para todas as áreas de nossas vidas. A Bíblia foi escrita com o objetivo de instruir a humanidade como deveríamos viver para agradar a Trindade que nos criou e nos deu vida, em um universo imenso somos comprovadamente até os dias de hoje a única forma de vida inteligente existente, e viemos a existir pela vontade de Deus.

O mais importante que a Bíblia nos ensina é que existe um Deus, que Ele nos criou e que devemos ama-Lo e servi-Lo de todo o nosso coração.

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Conclusão sobre Bíblia

Este artigo nos deu o privilégio de estudarmos e aprendermos que a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus e nos foi dado pelo próprio autor divino em sinal de seu amor pela sua criação, nós os Homens.

A Bíblia Sagrada é um livro singular, pois não existe outro livro que se aproxime de seus ensinos profundos e maravilhosos para toda a humanidade. Ela nos ensina, nos corrige, nos exorta a andarmos pelo caminho traçado por Deus.

Leia a Bíblia, com amor, dedicação e submissão ao Espírito Santo. E que Deus esteja sempre conosco. Amém.

 

Importante

Não é suficiente conhecer bem as histórias da Bíblia, o  melhor é conhecer o Deus da Bíblia, pois  quando se conhece esse Deus, automaticamente, existe um interesse real pela sua Palavra, a Bíblia. Portanto, se alguém afirma crer de coração que Deus enviou Jesus ao mundo para remissão do pecado do homem, e reconhece Jesus em seu coração como seu Senhor e Salvador de sua vida, mas por outro lado, não tem o hábito de ler a Bíblia no mínimo uma vez por dia, um tremendo ponto de interrogação deve ser colocado na vida cristã desta pessoa.

Se você é um tipo de cristão assim, peça ajuda ao Senhor. Dê maior valor a Palavra de Deus.

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Principais dúvidas sobre "Biblia"

Estas são as principais perguntas feitas sobre Biblia. Talvez algumas delas já tenham sidas respondidas, ainda assim listaremos a seguir as principais perguntas para melhor compreensão.

A remissão dos pecados do homem e a sua salvação através de Jesus Cristo.

Não podemos dizer que a Bíblia é o livro mais antigo do mundo, mas o que sabemos que ela demorou para ser escrita por volta de 1600 anos, do seu início até sua conclusão como a conhecemos. Mas sabemos que o Livro de Jó está entre os livros mais antigos da terra.

A Bíblia Cristã mais antiga conhecida tem mais de 1.600 anos e não se parece com aquele que você encontra nas igrejas de hoje. Encontrada em um mosteiro no deserto do Sinai há mais de 160 anos, o Codex Sinaiticus foi escrito a mão. Foi encontrado na Turquia uma Bíblia escrita em siríaco de mais de 1.500 anos, toda em coro. E no museu as Terras Bíblicas em Jerusalém está exposto um livro de oração em hebraico de 820 d.C. 

Sim, sem dúvida a Bíblia é a Palavra de Deus, pois foi o próprio Deus que inspirou homens para serem seus colaboradores, neste trabalho primoroso. 

Porque ela é a Palavra de Deus, capaz de nos ensinar, corrigir, exortar e nos mostrar o melhor caminho a seguir.

Hoje As Escrituras Sagradas estão traduzidas para 2.935 idiomas falados por 6,039 bilhões de pessoas. Só em 2015, foram feitas traduções para 50 idiomas, falados por quase 160 milhões de pessoas, graças as ações missionárias ao redor do mundo.

Precisamos entender primeiro que existem dois textos gregos do Novo Testamento, nós temos o texto crítico que é baseado em quatro manuscritos mais antigos datados entre os séculos 2 ao século 4 d C., e temos também o texto majoritário que é baseado na maioria dos documentos mais antigos sendo, contudo, dos séculos 8 ao século 10. As traduções e versões da Bíblia em português são baseados nestes dois documentos. 

1º devoção a Deus, 2º dirigido ou guiado pelo Espírito Santo, 3º utilizar bons manuais ou comentários bíblicos, 4º usar um bom dicionário bíblico, quando se fizer necessário mapas dos tempos bíblicos.

Nós temos muitas versões em português que são: João Ferreira de Almeida (revista e corrigida, atualizada, século 21), Nova Versão Internacional, Nova Versão Transformadora, Tradução Brasileira, Bíblia de Jerusalém, Tradução Ecumênica e Nova Tradução da Linguagem de Hoje. 

João Ferreira de Almeida (revista e corrigida, atualizada, século 21), Nova Versão Internacional, Nova Versão Transformadora e Nova Tradução da Linguagem de HojeNós temos muitas versões em português que são: João Ferreira de Almeida (revista e corrigida, atualizada, século 21), Nova Versão Internacional, Nova Versão Transformadora, Tradução Brasileira, Bíblia de Jerusalém, Tradução Ecumênica e Nova Tradução da Linguagem de Hoje.

Ela foi escrita ao longo de 1600, o Antigo Testamento foi completamente compilado pelo sacerdote Esdras por volta de 425 a.C. e o Novo Testamento no século 4 depois de Cristo.

Os originais se perderam ao longo da história da igreja, mas o que temos são documentos mais antigos, que são conhecidos como o texto crítico e textos majoritários, são o mais próximo aos originais. 

Resposta: Os autores humanos foram os profetas, sacerdotes, apóstolos e discípulos dos apóstolos. 

Porque ela utiliza livros e textos apócrifos em sua compilação, total de livros é de 73, tendo a mais 7 livros apócrifos, além de quatro acréscimos de textos a livros canônicos, num total de 11 escritos apócrifos.

A bíblia possuí no total de 66 livros, sendo 39 livros do Antigo Testamento e 27 do Novo Testamento.

A Bíblia está dividida em dois grandes blocos: Antigo Testamento (39 Livros) e o Novo Testamento (27 Livros)

Porque ela é a Palavra de Deus e tem o poder nos transformar e nos corrigir para o caminho que agrada a Deus.

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Esperamos que este artigo tenha contribuído para o seu crescimento espiritual e conhecimento das Escrituras Sagradas e sobre a Trindade e seu plano perfeito de redenção da humanidade.

Que o Senhor nosso Deus te abençoe e te desperte para uma vida plena nEle e o seu prazer esteja em nosso salvador Jesus Cristo.

Até a próxima

 

PASTOR E PROFESSOR JOEL NASCIMENTO

iTEO – Instituto da Teologia

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